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	<title>O que eu tenho? - apoio e bem-estar</title>
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	<description>Seu portal de saúde e bem estar.</description>
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		<title>O que eu tenho? - apoio e bem-estar</title>
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		<title>Apoio dos pais é fundamental para evitar comportamento sedentário dos filhos</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 18:05:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>enio rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da criança]]></category>
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<p>Um produto do portal <a href="http://www.oqueeutenho.com.br">O que eu tenho? - apoio e bem-estar</a></p>
Os resultados mostraram que quanto mais apoio as crianças tinham, menos sedentárias elas eram. A equipe também observou uma diferença significativa entre gêneros. As meninas, inicialmente, eram as menos sedentárias, porém os meninos foram os que melhor responderam ao apoio dos pais, tornando-se mais ativos no final do programa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um produto do portal <a href="http://www.oqueeutenho.com.br">O que eu tenho? &#8211; apoio e bem-estar</a></p>
<h5><a href="http://www.oqueeutenho.com.br/23451/apoio-dos-pais-e-fundamental-para-evitar-comportamento-sedentario-dos-filhos.html/639146_15609950_janet-burgess" rel="attachment wp-att-23452"><img class="alignright size-medium wp-image-23452" title="Apoio dos pais é fundamental para evitar comportamento sedentário dos filhos (foto: Janet Burgess/SXC)" src="http://www.oqueeutenho.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/05/639146_15609950_Janet-Burgess-300x207.jpg" alt="639146 15609950 Janet Burgess 300x207 Apoio dos pais é fundamental para evitar comportamento sedentário dos filhos" width="300" height="207" /></a>Os pais tem um papel fundamental para afastar as crianças de atividades sedentárias, como ficar na frente da TV, do computador do video game durante muito tempo. Em um novo estudo, <a href="http://ajhpcontents.org/doi/abs/10.4278/ajhp.100226-QUAN-60"><strong>publicado no periódico <em>American Journal of Health Promotion</em></strong></a>, pesquisadores mostram como os pais podem colaborar para torná-las mais ativas.</h5>
<p>“Nós descobrimos que o apoio familiar é importante para reduzir os comportamentos sedentários das crianças”, diz Zhen Cong, principal autor do estudo, da Universidade de Tecnologia do Texas, nos EUA. Comportamentos sedentários, neste estudo especificamente, podem ser definidos pelo tempo em que a criança fica em frente à uma tela &#8211; seja da televisão ou do computador.</p>
<p>Os pesquisadores acompanharam mais de 400 famílias durante dois anos. Os pais e as crianças, que tinham entre cinco e nove anos de idade, participaram de um programa chamado “Transformação para a Saúde”, que buscava passar para as famílias noções de educação nutricional e estimular a família para a prática de exercícios.</p>
<p>Foi pedido aos pais que determinassem quanto de apoio eles proporcionavam às crianças para que elas fossem mais ativas, por exemplo, se levavam elas para brincar na rua, no parque, etc.</p>
<p>Os resultados mostraram que quanto mais apoio as crianças tinham, menos sedentárias elas eram. A equipe também observou uma diferença significativa entre gêneros. As meninas, inicialmente, eram as menos sedentárias, porém os meninos foram os que melhor responderam ao apoio dos pais, tornando-se mais ativos no final do programa.</p>
<p>Para o autor, a conclusão é que para evitar que as crianças se tornem sedentárias, é preciso respeitar os estágios de desenvolvimento delas. &#8220;Em resumo, é importante envolver toda a família para efetivamente reduzir o comportamento sedentário das crianças”, diz Cong.</p>
<p>Com o fim do programa, meses depois as famílias pararam com as atividades e as crianças voltaram às atividades sedentárias. Com isso, Zhen conclui que ainda é necessário continuar trabalhando para identificar formas de transformar este apoio em algo que integre a rotina familiar.</p>
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<p><strong><em>por Marina Teles</em></strong></p>
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		<title>Células nervosas danificadas podem levar ao zumbido crônico</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 17:56:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>enio rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde Física]]></category>
		<category><![CDATA[Fonoaudiologia]]></category>
		<category><![CDATA[neurociências]]></category>

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<p>Um produto do portal <a href="http://www.oqueeutenho.com.br">O que eu tenho? - apoio e bem-estar</a></p>
por Enio Rodrigo - As descobertas feitas pela equipe de Hamann podem ajudar no desenvolvimento de drogas que possam levar a esse comportamento celular desregulado, prevenindo ou ajudando a reverter o quadro de zumbido crônico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um produto do portal <a href="http://www.oqueeutenho.com.br">O que eu tenho? &#8211; apoio e bem-estar</a></p>
<h5><a href="http://www.oqueeutenho.com.br/23445/celulas-nervosas-danificadas-podem-levar-ao-zumbido-cronico.html/1084232_46710753_mattox" rel="attachment wp-att-23446"><img class="alignright size-medium wp-image-23446" title="Células nervosas danificadas podem levar ao zumbido crônico (foto: Mattox/SXC)" src="http://www.oqueeutenho.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/05/1084232_46710753_Mattox-300x201.jpg" alt="1084232 46710753 Mattox 300x201 Células nervosas danificadas podem levar ao zumbido crônico" width="300" height="201" /></a>A exposição à barulhos muito altos é uma das causas possíveis para uma pessoas desenvolver o tinitus ou zumbido crônico. Uma pesquisa aponta que esse tipo de evento pode alterar mecanismos celulares e trazer esperanças para os indivíduos com zumbido, levando ao desenvolvimento de novas drogas para o problema.</h5>
<p>Realizada por pesquisadores da Universidade de Leicester, no Reino Unido, e publicada no periódico Hearing Research, a pesquisa liderada por Martine Hamann, diz que a exposição a ruídos extremamente altos pode danificar as células nervosas na base do ouvido. Isso levaria ao desenvolvimento do zumbido crônico ou tinitus (leia mais sobre o tema <a href="http://www.oqueeutenho.com.br/22903/zumbido-cronico-altera-o-humor-e-aumenta-a-ansiedade.html#axzz1v2R5cJFZ"><strong>AQUI</strong></a>).</p>
<p>“A exposição a um evento acústico como esse pode gerar a perda da audição, mas também a problemas que podem chegar ao cérebro ou sistema nervoso central. O zumbido pode ser resultado de uma hiperexcitação das células nervosas ligadas à audição”, sugere Hamann.</p>
<p>“Em condições normais essas células, após um estrondo ou som muito algo ficam ativadas e levam a um zumbido característico que a maioria das pessoas já experimentou. Após um tempo elas voltam ao estado de repouso ou de menor uso. Mas algumas vezes elas podem ter um malfuncionamento e não voltar à normalidade”, completa o pesquisador.</p>
<p>As descobertas feitas pela equipe de Hamann podem ajudar no desenvolvimento de drogas que possam levar a esse comportamento celular desregulado, prevenindo ou ajudando a reverter o quadro de zumbido crônico.</p>
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<p><em><strong>por Enio Rodrigo</strong></em></p>
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		<title>Medo do erro pode ser responsável pelo “branco” mental</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 17:45:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>enio rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[neurociências]]></category>

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<p>Um produto do portal <a href="http://www.oqueeutenho.com.br">O que eu tenho? - apoio e bem-estar</a></p>
por Enio Rodrigo - Como esperado os incentivos aumentavam o nível de performance dessas pessoas. Mas havia um limite onde essa curva de acertos caia rapidamente. E o motivo disso está no funcionamento de uma estrutura cerebral chamada estriado ventral, que é ativado nos processos que envolvem prazer e recompensa. Quanto maiores as recompensas mais ativado essa estrutura se mostrava e, consequentemente, melhores os resultados. Mas havia um limite.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um produto do portal <a href="http://www.oqueeutenho.com.br">O que eu tenho? &#8211; apoio e bem-estar</a></p>
<h5><a href="http://www.oqueeutenho.com.br/23440/medo-do-erro-pode-ser-responsavel-pelo-%e2%80%9cbranco%e2%80%9d-mental.html/1104562_34715663_asif-akbar" rel="attachment wp-att-23441"><img class="alignright size-medium wp-image-23441" title="Medo do erro pode ser responsável pelo “branco” mental (foto: Asif Akbar/SXC)" src="http://www.oqueeutenho.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/05/1104562_34715663_Asif-Akbar-300x200.jpg" alt="1104562 34715663 Asif Akbar 300x200 Medo do erro pode ser responsável pelo “branco” mental" width="300" height="200" /></a>Nos esportes, na televisão ou em tarefas cotidianas muitas pessoas passam por uma situação bastante comum: ter um “branco” durante uma tarefa em que elas normalmente são exímias. Mas porque isso acontece?</h5>
<p>Um estudo americano, feito pelo Instituto de Tecnologia da Califórnia (<em>Calthech</em>) sugere que as pessoas, quando em face do medo de fazer algo errado em uma área que são consideradas experts, podem perder completamente o controle de sua performance.</p>
<p>Uma das hipóteses dos pesquisadores é que isso acontece principalmente quando a expertise do indivíduo envolve ganhos monetários. Os resultados do estudo, liderado por Vikran Chib, <a href="http://www.cell.com/neuron/retrieve/pii/S0896627312002887"><strong>foi publicado no periódico <em>Neuron</em></strong></a>.</p>
<p>Pesquisas anteriores apontavam para o fato de que ter rendimentos econômicos acima da média para fazer determinada tarefa podiam criar um nível de excitação exagerado e causar esses “brancos” mentais. A pesquisa de Chib aponta que o medo de perder esses ganhos é o principal fator.</p>
<p>O estudo se baseou na análise das funções cerebrais de participantes de um jogo de laboratório que envolvia ganhos em dinheiro para a realização de tarefas nas quais ele eram particularmente especialistas. Quanto mais acertos, maiores os ganhos dos participantes.</p>
<p>Como esperado os incentivos aumentavam o nível de performance dessas pessoas. Mas havia um limite onde essa curva de acertos caia rapidamente. E o motivo disso está no funcionamento de uma estrutura cerebral chamada estriado ventral, que é ativado nos processos que envolvem prazer e recompensa. Quanto maiores as recompensas mais ativado essa estrutura se mostrava e, consequentemente, melhores os resultados. Mas havia um limite.</p>
<p>A explicação de Chib e sua equipe é que até determinado momento da realização das tarefas propostas as recompensas em dinheiro eram vistas como um ganho. Portanto o cérebro via isso como prazer, e quanto mais dinheiro em jogo, maior a expectativa de um aumento de prazer.</p>
<p>Mas quando os incentivos – os ganhos – se tornavam excessivos, o cérebro começava a dar sinais do inverso: medo de perder o que havia sido ganho até então. Era quando o estriado ventral deixava de se ativar e a performance diminuia subtamente. O sentimento de aversão também aumentava e os participantes ficavam cada vez mais propensos a ficarem ansiosos e desejarem interromper a atividade.</p>
<p>“Identificar os mecanismos da aversão à perda pode nos ajudar a desenvolver novas formas de motivar as pessoas a se tornarem melhor em suas atividades profissionais, técnicas ou mesmo nas decisões domésticas e no dia a dia. Conseguir fazer com que um indivíduo se torne menos aversivo ao erro parecer ser o melhor caminho para fazê-lo se tornar cada vez mais habilidoso nos assuntos que domina, mesmo durante situações de estresse”, finaliza Chib.</p>
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<p><strong><em>por Enio Rodrigo</em></strong></p>
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		<title>Proteína da soja ajuda a eliminar gordura no fígado</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:04:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[esteatose hepática]]></category>
		<category><![CDATA[gordura no fígado]]></category>

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<p>Um produto do portal <a href="http://www.oqueeutenho.com.br">O que eu tenho? - apoio e bem-estar</a></p>
Por Marina Teles: Neste novo estudo, a equipe da Universidade de Illinois fez um comparativo entre os fígados de ratos magros e obesos, alimentados com uma dieta contendo leite ou proteína de soja. Eles não encontraram diferença entre os animais magros, mas os obesos alimentados com soja mostraram uma redução de 20% nos níveis globais de acúmulo de gordura no fígado. Os triglicérios, ou triglicerides, um tipo de gordura prejudicial ao coração, foram reduzidos pelo mesmo nível. Em outras palavras, a soja pode proteger contra a esteatose hepática associada à obesidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um produto do portal <a href="http://www.oqueeutenho.com.br">O que eu tenho? &#8211; apoio e bem-estar</a></p>
<h5>Em um estudo realizado com modelos animais, pesquisadores da Universidade de Illinois, nos EUA, mostram que a proteína da soja &#8211; encontrada no leite, iogurte ou no tofu &#8211; ajuda a diminuir o acúmulo gordura e triglicerides no fígado de pessoas obesas.</h5>
<p><a href="http://www.oqueeutenho.com.br/23417/proteina-da-soja-ajuda-a-eliminar-gordura-no-figado.html/489803_36508575" rel="attachment wp-att-23418"><img class="alignright size-medium wp-image-23418" title="Proteína da soja ajuda a eliminar gordura no fígado (foto: Luiz Baltar/sxc)" src="http://www.oqueeutenho.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/05/489803_36508575-300x189.jpg" alt="489803 36508575 300x189 Proteína da soja ajuda a eliminar gordura no fígado" width="300" height="189" /></a>&#8220;Quase um terço dos adultos americanos têm doença do fígado gorduroso (esteatose hepática), muitos sem apresentar sintomas&#8221;, explicou Hong Chen, principal autora do estudo. &#8220;A obesidade é um fator de risco para esta condição, que pode levar à insuficiência hepática.&#8221;</p>
<p>Ela explica que a gordura é metabolizada no fígado e com a obesidade o transporte de gordura para o tecido adiposo diminui até o ponto em que o fígado a acumula. &#8220;Quando isto acontece em um órgão que deveria armazenar gordura, a função vital deste órgão fica perigosamente comprometida&#8221;, observa.</p>
<p>Para seu estudo, Chen e sua equipe fizeram um comparativo entre os fígados de ratos magros e obesos, alimentados com uma dieta contendo leite ou proteína de soja.</p>
<p>Eles não encontraram diferença entre os animais magros, mas os obesos alimentados com soja mostraram uma redução de 20% nos níveis globais de acúmulo de gordura no fígado. Os triglicérios, ou triglicerides, um tipo de gordura prejudicial ao coração, foram reduzidos pelo mesmo nível. Em outras palavras, a soja pode proteger contra a esteatose hepática associada à obesidade.</p>
<p>Além disso, os pesquisadores descobriram que a proteína de soja ajuda a corrigir o caminho da gordura no fígado. &#8220;Em muitas pessoas obesas, há uma espécie de problema de tráfego, e quando a gordura consegue seguir o seu caminho para fora do fígado, há menos pressão sobre este órgão. Comer proteína de soja, a partir de fontes tais como tofu e iogurte, parece aliviar um pouco a tensão sobre o fígado gorduroso&#8221;, finaliza.</p>
<p>Os <a href="http://experimentalbiology.org/EB/pages/upload/file/ASBMB%20-%20Fatty%20liver%20-%20EB2012.pdf" target="_blank">resultados foram apresentados</a> durante encontro anual da Sociedade Americana de Bioquímica e Biologia Molecular, realizada em conjunto com o encontro de Biologia Experimental 2012, em San Diego.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>
<p><em><strong>por Marina Teles</strong></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Você é viciado em Facebook?</title>
		<link>http://www.oqueeutenho.com.br/23403/voce-e-viciado-em-facebook.html</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[vício em internet]]></category>

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		<description><![CDATA[
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<p>Um produto do portal <a href="http://www.oqueeutenho.com.br">O que eu tenho? - apoio e bem-estar</a></p>
Por Enio Rodrigo: “Nossa pesquisa indica também que as mulheres têm maior risco de vício em Facebook”, sugere Andreassen que afirma ainda que pessoas extrovertidas não estão livres de se tornarem viciadas no site de relacionamentos. Além disso. problemas no ritmo do sono noturno estão associados com as maiores pontuações propostas pela equipe da pesquisadora.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um produto do portal <a href="http://www.oqueeutenho.com.br">O que eu tenho? &#8211; apoio e bem-estar</a></p>
<h5>O uso do Facebook tem aumentado rapidamente em todo o mundo. E um estudo norueguês é um dos primeiros a propor uma escala para um possível vício em redes sociais.</h5>
<p><a href="http://www.oqueeutenho.com.br/23403/voce-e-viciado-em-facebook.html/537046_39505011" rel="attachment wp-att-23408"><img class="alignright size-medium wp-image-23408" title="Você é viciado em Facebook? (foto: Miguel Ugalde/sxc)" src="http://www.oqueeutenho.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/05/537046_39505011-300x225.jpg" alt="537046 39505011 300x225 Você é viciado em Facebook? " width="300" height="225" /></a>A pesquisa capitaneada por Cecilie Andreassen, da Universidade de Bergen, e <a href="http://www.amsciepub.com/doi/abs/10.2466/02.09.18.PR0.110.2.501-517" target="_blank">publicada no periódico Psychological Reports</a>, aponta que jovens usuários, pessoas ansiosas e com algum nível de insegurança ou com problemas de interação social são os indivíduos mais propensos a se viciar, principalmente pelo fato de terem dificuldade de se comunicar em situações comuns.</p>
<p>Os traços de personalidade menos associados a este tipo de possível vício são um nível maior de organização pessoal e foco na vida profissional. Estes indivíduos, dizem os pesquisadores, usam as redes sociais como parte integrante de seu trabalho e principalmente para <em>networking</em>.</p>
<p>“Nossa pesquisa indica também que as mulheres têm maior risco de vício em Facebook”, sugere Andreassen que afirma ainda que pessoas extrovertidas não estão livres de se tornarem viciadas no site de relacionamentos. Além disso. problemas no ritmo do sono noturno estão associados com as maiores pontuações propostas pela equipe da pesquisadora.</p>
<p><strong>Seis sinais propostos</strong></p>
<p>O estudo de Andreassen procurou demonstrar que os sintomas de o vício no Facebook se assemelham aos encontrados no vício em drogas e alcoolismo. O chamado – até o momento – Escala Bergen para Vício em Facebook se baseia em seis critérios básicos, sendo que cada item é pontuado de 1 a 5 em escala crescente (1 ponto: muito raramente; 2 pontos: raramente; 3 pontos: algumas vezes; 4 pontos: quase sempre; 5 pontos: constantemente).</p>
<p>• Você passa muito tempo pensando sobre o Facebook ou com vontade de se conectar;</p>
<p>• Você sente uma necessidade cada vez maior em acessar o Facebook.</p>
<p>• Você acessa o Facebook para esquecer problemas pessoais.</p>
<p>• Você já tentou parar de acessar o Facebook, sem sucesso.</p>
<p>• Você se sente incomodado ou ansioso quando é proibido de acessar o Facebook.</p>
<p>• Seu tempo ou constância de acessos ao Facebook já impactou negativamente seus estudos ou trabalho.</p>
<p>De acordo com a equipe responsável pelo desenvolvimento da escala, responder “algumas vezes” ou “quase sempre” para pelo menos quatro dos seis itens acima pode ser indício de um possível vício em Facebook. A escala, lembram os autores, pode facilitar a identificação e estratégias para o problema observado, assim como estimar o impacto do vício em Facebook na população onde a escala for testada.</p>
<p>Proposta não é consenso</p>
<p>A escala proposta pela equipe de Andreassen, entretanto, não é um consenso entre os pesquisadores. Mark Griffiths, da Universidade de Nottingham Trent no Reino Unido, <a href="http://www.amsciepub.com/doi/abs/10.2466/01.07.18.PR0.110.2.518-520?prevSearch=[author%3A+GRIFFITHS%2C+MARK+D.]&amp;searchHistoryKey=" target="_blank">publicou uma crítica à pesquisa no mesmo periódico</a>.</p>
<p>Para o pesquisador, antes de mais nada é preciso avaliar potenciais vícios em redes sociais, independente do Facebook, o que levaria a um estudo de grupo mais amplo de problemas. Griffiths diz que as pessoas tem passado mais tempo <em>online</em> – dentro ou fora do Facebook – com jogos, assistindo filmes e vídeos, procurando por fotos, conversando com amigos, consultando seu profile nas redes sociais, entre outras tantas coisas possíveis. “A escala não faz essa divisão, por exemplo. O quanto a pessoa está realmente usando o Facebook ou está mais preocupada com um jogo dentro da plataforma? São problemas diferentes?”, questiona o pesquisador.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>
<p><em><strong>por Enio Rodrigo</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mau comportamento do filho é reflexo do estilo parental dos pais</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 16:55:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>

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<p>Um produto do portal <a href="http://www.oqueeutenho.com.br">O que eu tenho? - apoio e bem-estar</a></p>
Por Marina Teles: Este não é o primeiro estudo a dizer que as ações dos pais refletem no comportamento dos filhos, mas é o primeiro a analisar tanto o comportamento da mãe como do pai, explica Christina Rinaldi, da Universidade de Concórdia, no Canadá, principal autora do estudo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um produto do portal <a href="http://www.oqueeutenho.com.br">O que eu tenho? &#8211; apoio e bem-estar</a></p>
<h5>Acha que seu filho de dois anos anda muito malcriado? Talvez a resposta esteja no seu estilo parental. Um novo estudo sugere que os extremos &#8211; brigar sempre ou ser permissivo demais &#8211; reflete negativamente no comportamento da criança.</h5>
<p><a href="http://www.oqueeutenho.com.br/23412/mal-comportamento-do-filho-e-reflexo-do-estilo-parental-dos-pais.html/195411_7009" rel="attachment wp-att-23413"><img class="alignright size-medium wp-image-23413" title="Mal comportamento do filho é reflexo do estilo parental dos pais  (foto: Tina Mal/sxc)" src="http://www.oqueeutenho.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/05/195411_7009-300x225.jpg" alt="195411 7009 300x225 Mau comportamento do filho é reflexo do estilo parental dos pais  " width="300" height="225" /></a>Este não é o primeiro estudo a dizer que as ações dos pais refletem no comportamento dos filhos, mas é o primeiro a analisar tanto o comportamento da mãe como do pai, explica Christina Rinaldi, da Universidade de Concórdia, no Canadá, principal autora do estudo.</p>
<p>Neste sentido, para o estudo ela e sua equipe recrutou casais e pediu a eles que identificassem o seu estilo parental e dos seus parceiros, assim como identificar e medir o comportamento de seus filhos.</p>
<p>Christina explica que o estilo parental, ou de parentagem, é a forma adotada pelos pais para educar seus filhos. Na literatura existem alguns estilos determinados, como o Autoritário, Permissivo, Indulgente, Negligente e Participativo ou Autoritativo.</p>
<p>Os resultados, <a href="http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0885200611000627" target="_blank">publicados no periódico <em>Early Childhood Research Quarterly</em></a>, indicaram que quando as mães eram mais permissivas e os pais mais autoritários, ou inverso &#8211; ou seja, onde um dos pais faz o que a criança quer e o outro a proíbe tudo &#8211; as crianças tendem a demonstrar comportamentos negativos como birras, discutir com adultos ou não compartilhar brinquedos. Por outro lado, para as mães que relataram que o pai adotava um estilo mais justo e amigável, que seria o participativo ou autoritativo &#8211; onde há o estabelecimento de normas e limites, mas também carinho, afeto e diálogo -, as crianças tendiam a exibir um comportamento mais positivo.</p>
<p>&#8220;Ser autoritativo é positivo. Você agrada a criança, mas também impõe limites para que elas saibam o que esperar. É muito claro em sua comunicação, mas ao mesmo tempo cria uma expectativa e não faz tudo o que a criança quer&#8221;, diz Rinaldi. &#8220;Nesta idade as crianças pequenas estão começando a testar o seu ambiente. É difícil para eles comunicar exatamente o que querem. E eles realmente testam os limites dos pais.&#8221;</p>
<p><strong>Variando entre os estilos</strong></p>
<p>Como os dias não são todos iguais, assim como nem todas as crianças tem personalidades iguais, Rinaldi lembra que os estilos parentais são fluidos e que diferentes fatores como fadiga, humor &#8211; tanto dos pais como dos filhos &#8211; influenciam na escola e mudança de abordagem por parte dos pais.</p>
<p>“A solução é ser capaz de encontrar estes limites dentro da dinâmica familiar. Os pais pode adotar estilos diferentes entre irmãos, por exemplo”, diz.</p>
<p>Se espelhar em como foi a criação dada a você pode seus pais talvez não seja a melhor saída também, destaca, afinal o mundo mudou e as pessoas são diferentes. &#8220;Algumas crianças precisam um pouco mais de atenção do que outras. E alguns pais ficam confusos do porque uma estratégia funciona com um filho e não com o outro.&#8221;</p>
<p><strong>Proposições positivas dos pais</strong></p>
<p>Rinaldi diz que há muitas maneiras de educar uma criança, mas o que a pesquisa ressalta é que quando ambos os pais compartilham os traços autoritativos, ou seja, fornecem à criança um ambiente estruturado, as crianças tendem a ter um comportamento melhor .</p>
<p>“As crianças precisam de rotinas para ajudá-los, especialmente em seus primeiros anos. As crianças gostam de saber o que esperar e o que se espera delas, inclusive com funções como ajudar a arrumar a mesa ou tarefas como escovar os dentes antes de dormir”, diz.</p>
<p>As expectativas, destaca, devem ser razoáveis e de acordo com a idade das crianças. “Seria injusto esperar que as crianças não fiquem mal humoradas quando estão com fome, cansadas ou com sono. Mas quando a criança faz algo errado é preciso ser firme e dizer porque ela está sendo repreendida e o que isto significa.”</p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>
<p><em><strong>por Marina Teles</strong></em></p>
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		<title>Estudo mostra eficácia da acupuntura na recuperação de atrofia muscular</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 18:29:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>enio rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Física]]></category>

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<p>Um produto do portal <a href="http://www.oqueeutenho.com.br">O que eu tenho? - apoio e bem-estar</a></p>
por Marina Teles - A perda de massa muscular esquelética tem um profundo efeito sobre a capacidade dos idosos e dos doentes em realizar atividades físicas. Porque o músculo esquelético tem uma alta plasticidade, as intervenções como treino físico, nutrição e estimulação mecânica são frequentemente recomendados para prevenir a atrofia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um produto do portal <a href="http://www.oqueeutenho.com.br">O que eu tenho? &#8211; apoio e bem-estar</a></p>
<h5><a href="http://www.oqueeutenho.com.br/23386/estudo-mostra-eficacia-da-acupuntura-na-recuperacao-de-atrofia-muscular.html/544081_295658597184_neil_airman" rel="attachment wp-att-23387"><img class="alignright size-medium wp-image-23387" title="Estudo mostra eficácia da acupuntura na recuperação de atrofia muscular (toto: neil_airman/SXC)" src="http://www.oqueeutenho.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/05/544081_295658597184_neil_airman-300x186.jpg" alt="544081 295658597184 neil airman 300x186 Estudo mostra eficácia da acupuntura na recuperação de atrofia muscular" width="300" height="186" /></a>Acupunturista e aluna da Universidade de Waseda, no Japão, durante quatro anos Akiko Onda vem estudando os efeitos da acupuntura na prevenção de perda de músculo esquelético. Os resultados de sua pesquisa mostram não apenas que a terapia pode ser usada como alternativa na prevenção de atrofia muscular, mas também como a técnica atua no organismo.</h5>
<p>Os músculos esqueléticos, ou músculos estriados, são responsáveis por todos os movimentos voluntários. Eles se inserem sobre os ossos e sobre as cartilagens, e juntamente com a pele e o esqueleto, formam todo o invólucro exterior do nosso corpo.</p>
<p>A perda de massa muscular esquelética tem um profundo efeito sobre a capacidade dos idosos e dos doentes em realizar atividades físicas. Porque o músculo esquelético tem uma alta plasticidade, as intervenções como treino físico, nutrição e estimulação mecânica são frequentemente recomendados para prevenir a atrofia.</p>
<p>No entanto, praticar exercícios ou fisioterapia, por exemplo, é um desafio para aqueles que já estão frágeis ou em condições médicas grave. Onda insiste que uma intervenção alternativa não farmacológica é extremamente necessária e, em um estudo realizado com modelos animais, ela e sua equipe decidiram explorar como a acupuntura afeta o músculo esquelético em nível molecular.</p>
<p>&#8220;O foco principal do nosso estudo era a mudança nos níveis da expressão do mRNA de genes especificamente ligados à atrofia músculo-esquelética, como o atrogina-1,&#8221; explica. &#8220;A massa muscular e a estrutura são determinados pelo equilíbrio entre a degradação e a síntese de proteínas.&#8221;</p>
<p>A equipe comprovou que a perda de massa muscular e a diminuição do nível de expressão de mRNA do atrogina-1 (proteína ligase E3 ubiquitina) podem ser significativamente revertidas pela acupuntura.</p>
<p>Apesar de ser recomendada pela Organização Mundial da Saúde, ainda há poucos estudos, como este, sobre os fundamentos fisiológicos das ações benéficas da acupuntura.</p>
<p>&#8220;Nossos resultados revelaram um mecanismo molecular responsável pela eficácia do tratamento com acupuntura e esclareceu a sua utilidade na prevenção da atrofia muscular em ratos&#8221;, diz Onda. &#8220;Esperamos introduzir a acupuntura como uma nova estratégia para prevenir a atrofia do músculo esquelético no futuro. Pesquisas adicionais sobre os mecanismos moleculares irão ajudar a diminuir a suspeita da comunidade médica da acupuntura e nos fornecer uma melhor compreensão de como o tratamento de acupuntura impede a atrofia muscular esquelética&#8221;, conclui.</p>
<p>O estudo foi <a href="http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0006291X11009363"><strong>divulgado no periódico <em>Biochemical and Biophysical Research Communications</em>.</strong></a></p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>
<p><strong><em>por Marina Teles</em></strong></p>
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		<title>Atividades físicas previnem doenças em crianças e adolescentes</title>
		<link>http://www.oqueeutenho.com.br/23382/atividades-fisicas-previnem-doencas-em-criancas-e-adolescentes.html</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 18:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>enio rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde Física]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios físicos]]></category>

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<p>Um produto do portal <a href="http://www.oqueeutenho.com.br">O que eu tenho? - apoio e bem-estar</a></p>
por Enio Rodrigo - “A escola é um ótimo espaço de fazer com que as crianças e adolescentes tenham a oportunidade de fazer exercícios e introduzi-los como parte de sua rotina. É uma oportunidade única de influenciar a saúde desses indivíduos no longo prazo”, dizem os autores. “Crianças com baixo nível de atividade têm piores índices de saúde e maior risco de desenvolver obesidade”, concluem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um produto do portal <a href="http://www.oqueeutenho.com.br">O que eu tenho? &#8211; apoio e bem-estar</a></p>
<h5><a href="http://www.oqueeutenho.com.br/23382/atividades-fisicas-previnem-doencas-em-criancas-e-adolescentes.html/830636_65167780_brian-stein" rel="attachment wp-att-23383"><img class="alignright size-medium wp-image-23383" title="Atividades físicas previnem doenças em crianças e adolescentes	 (foto: Brian Stein/SXC)" src="http://www.oqueeutenho.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/05/830636_65167780_Brian-Stein-300x200.jpg" alt="830636 65167780 Brian Stein 300x200 Atividades físicas previnem doenças em crianças e adolescentes	" width="300" height="200" /></a>Ter rotina de atividades físicas obrigatórias nas escolas contribui para melhor saúde das crianças e adolescentes.</h5>
<p>Um estudo feito nos EUA, com estudantes que tinham disciplinas obrigatórias de Educação Física, demonstrou que o efeito é positivo. Crianças e adolescentes que podiam escolher ter ou não uma rotina de exercícios tinham piores níveis de saúde de uma forma geral, o que faz dos exercícios uma atividade importante de prevenção de doenças e condições diversas.</p>
<p>O estudo,<a href="http://www.ajpmonline.org/article/S0749-3797%2812%2900052-9/abstract"><strong> publicado no periódico <em>American Journal of Preventive Medicine</em></strong> </a>e foi conduzido pela equipe de Emma Sanches-Vasnaugh, da Universidade Estadual de São Francisco, na Califórnia.</p>
<p>“A escola é um ótimo espaço de fazer com que as crianças e adolescentes tenham a oportunidade de fazer exercícios e introduzi-los como parte de sua rotina. É uma oportunidade única de influenciar a saúde desses indivíduos no longo prazo”, dizem os autores. “Crianças com baixo nível de atividade têm piores índices de saúde e maior risco de desenvolver obesidade”, concluem.</p>
<p>Mas é preciso que o ambiente seja pensado para isso e que profissionais estejam atentos para tirar dúvidas e ajudar nas atividades, afirmam os pesquisadores liderados por Sanches-Vasnaugh. “É preciso locais apropriados e uma cultura de atividades físicas que façam com que as crianças e adolescentes se sintam mais à vontade para se movimentar”, dizem.</p>
<p>“Pais, educadores, escolas e aqueles responsáveis pelas políticas públicas precisam ajudar as crianças a descobrirem como aderir a uma rotina saudável pode ser positivo para seu organismo e sua saúde”, finaliza a autora.</p>
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<p><strong><em>por Enio Rodrigo</em></strong></p>
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		<title>Bebês que têm contato com música desde cedo se comunicam melhor</title>
		<link>http://www.oqueeutenho.com.br/23378/bebes-que-tem-contato-com-musica-desde-cedo-se-comunicam-melhor.html</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 17:57:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>enio rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[mãe&bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Física]]></category>

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<p>Um produto do portal <a href="http://www.oqueeutenho.com.br">O que eu tenho? - apoio e bem-estar</a></p>
por Marina Teles - Na aula interativa, os pais e os bebês de cerca de um ano aprendiam a tocar instrumentos de percussão e canções de ninar, versos e danças se revezando entre as canções. Na aula passiva, eles brincavam enquanto músicas infantis populares tocavam ao fundo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um produto do portal <a href="http://www.oqueeutenho.com.br">O que eu tenho? &#8211; apoio e bem-estar</a></p>
<h5><a href="http://www.oqueeutenho.com.br/23378/bebes-que-tem-contato-com-musica-desde-cedo-se-comunicam-melhor.html/1101244_91422947_shannah-pace" rel="attachment wp-att-23379"><img class="alignright size-medium wp-image-23379" title="Bebês que têm contato com música desde cedo se comunicam melhor (foto: Shannah Pace/SXC)" src="http://www.oqueeutenho.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/05/1101244_91422947_Shannah-Pace-300x153.jpg" alt="1101244 91422947 Shannah Pace 300x153 Bebês que têm contato com música desde cedo se comunicam melhor" width="300" height="153" /></a>Crianças que têm contato com a música, mesmo antes de falar ou andar, são mais calmas, sorriem mais e mostram menos angústia em situações novas, mostra novo estudo realizado por pesquisadores canadenses.</h5>
<p>A equipe da Universidade de McMaster recrutou grupos de pais e seus bebês que durante seis meses participaram de um entre dois tipos de instrução musical semanal, aula interativa ou passiva de música.</p>
<p>Na aula interativa, os pais e os bebês de cerca de um ano aprendiam a tocar instrumentos de percussão e canções de ninar, versos e danças se revezando entre as canções. Na aula passiva, eles brincavam enquanto músicas infantis populares tocavam ao fundo.</p>
<p>Os resultados, <a href="http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1467-7687.2012.01142.x/abstract;jsessionid=BF06A2970278F077A059A8003BCAA690.d01t02 e http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1749-6632.2012.06444.x/abstract"><strong>publicados nos periódicos <em>Developmental Science e Annals of the New York Academy of Sciences</em></strong></a>, mostraram que crianças que participaram de aulas de música interativas com seus pais apresentaram mais sensibilidade à música, diferente daquelas que frequentaram as aulas passivas. “Até mesmo os cérebros dos bebês responderam à música de forma diferente. Crianças das classes interativas mostraram respostas cerebrais maiores a tons musicais”, afirma Laurel Trainor, que participou do estudo.</p>
<p>Mas o que surpreendeu mesmo a equipe de Laurel foram as diferenças não musicais entre os dois grupos. Segundo a pesquisa, os bebês da classe interativa mostraram melhores habilidades de comunicação, como apontar para objetos que estão fora do alcance ou acenar. Socialmente, esses bebês também sorriram mais, se acalmavam mais facilmente e mostraram menos angústia quando não estavam familiarizados com certas situações.</p>
<p>&#8220;Há muitas maneiras que os pais podem se conectar com seus bebês&#8221;, diz o coordenador do estudo Andrea Unrau. &#8220;E a música é um ótimo caminho, todos gostam e todos podem aprender simples jogos interativos juntos com seus filhos”, finaliza.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>
<p><em><strong>por Marina Teles</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Promoção: Educar Educador 2012</title>
		<link>http://www.oqueeutenho.com.br/23315/promocao-educar-educador-2012.html</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 19:23:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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<p>Um produto do portal <a href="http://www.oqueeutenho.com.br">O que eu tenho? - apoio e bem-estar</a></p>
Um produto do portal O que eu tenho? &#8211; apoio e bem-estar Em parceira com a Futuro Eventos, o Portal &#8220;O que eu tenho?&#8221; disponibilizou três (3) ingressos cortesia para o Congresso Educar Educador 2012 no dia 17 (quinta-feira), incluindo a palestra “Desenvolvimento da Aprendizagem e da Comunicação Oral e Escrita: o Papel do Fonoaudiólogo Educacional”. As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um produto do portal <a href="http://www.oqueeutenho.com.br">O que eu tenho? &#8211; apoio e bem-estar</a></p>
<p><em><a href="http://www.oqueeutenho.com.br/23315/promocao-educar-educador-2012.html/logo-educar-jpeg-2-2" rel="attachment wp-att-23319"><img class="size-medium wp-image-23319 alignright" title="Promoção: Educar Educador 2012" src="http://www.oqueeutenho.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/05/LOGO-EDUCAR-JPEG-21-300x140.jpg" alt="LOGO EDUCAR JPEG 21 300x140 Promoção: Educar Educador 2012" width="300" height="140" /></a>Em parceira com a Futuro Eventos, o Portal &#8220;O que eu tenho?&#8221; disponibilizou <strong>três</strong> (3) ingressos cortesia para o Congresso Educar Educador 2012 no dia 17 (quinta-feira), incluindo a palestra “<a href="http://www.oqueeutenho.com.br/23301/transtornos-de-aprendizagem-o-papel-do-fonoaudiologo-na-escola.html#ixzz1usBAMCWt" target="_blank">Desenvolvimento da Aprendizagem e da Comunicação Oral e Escrita: o Papel do Fonoaudiólogo Educacional</a>”.<a href="http://www.oqueeutenho.com.br/23301/transtornos-de-aprendizagem-o-papel-do-fonoaudiologo-na-escola.html#ixzz1usBAMCWt"><br />
</a></em></p>
<p><em>As vencedoras foram:</em></p>
<p>1 &#8211; Gabriela Rodrigues Gonçalves Lopes</p>
<p>2 &#8211; Fabricia Carvalho</p>
<p>3 &#8211; Maira de Souza Pontes</p>
<p>Parabéns!</p>
<p>Confira a programação do evento <a href="http://www.futuroeventos.com.br/educar/congresso-educador/programacao/" target="_blank">aqui</a>.</p>
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