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Pessoas mais “viajadas” solucionam problemas mais facilmente

Pessoas com vivência fora de seus países de origem ou que tiveram contato próximo, durante algum tempo, com pessoas que falem outras línguas, resolvem melhor os problemas relacionados com negociação.

O resultado é de um estudo feito Willian Maddux, pesquisador do Kellogg School of Management, que entrevistou 210 alunos universitários em um teste para medir a criatividade através de um exercício de negociação. Os resultados foram publicados no Journal of Personality and Social Psychology.

Maddux utilizou testes – também chamados de jogos de laboratório – que envolviam “exercícios de negociaçãos”. Esse tipo de teste é composto por uma situação hipotética onde se busca uma resolução que satisfaça ambas as partes envolvidas.

De um lado desse jogo estavam os estudantes, agindo como “negociadores”, e do outro lado atores treinados que deveriam dar determinadas respostas  e aceitar ou não os termos da negociação.

Com base nesses testes os pesquisadores descobriram que pessoas com experiência fora do seu país de origem são mais abertas a novas experiências e portanto novas formas de negociar ou solucionar um problema.

Além disso os participantes do teste com algum tipo de experiência com outras culturas são mais maleáveis nos tratos pessoais (descritas como mais “simpáticas”) e são menos suscetíveis a “impasses”, ou seja, situações limite onde nenhuma das partes admite dar continuidade a uma negociação (seja ela qual for).

Os dados mostram que 60% dos entrevistados “mais viajados” conseguiam soluções para os problemas contra 42% dos “menos viajados”.

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da Redação




Dormir para lembrar mais e melhor

A falta de sono faz com que as pessoas esqueçam coisas mais facilmente. É essa a conclusão de um estudo americano feito pela Universidade de Chicago.

Os pesquisadores chegaram a essa conclusão utilizando uma estratégia chamada “criação de falsas memórias”. Eles observaram dois grupos que eram chamados para decorar um série de palavras e depois de algum tempo eles tinham que voltar ao laboratório e acertar o máximo de palavras que haviam decorado.

Mas havia uma “pegadinha”: algumas palavras que apareciam na segunda sessão não estavam na primeira, sendo que várias podiam se confundir (povo, polvo e pivô, por exemplo, podem se confundir bastante em um teste de memória como esse).

Um dos grupos fazia as sessões de memorização pela manhã e voltava no final da tarde. O outro fazia as sessões a noite e voltava pela manhã, depois de uma noite de sono.

Aqueles com uma boa noite de sono entre uma sessão e outra eram mais ágeis em identificar as palavras de forma correta. A dica, portanto, é: se você está estudando para uma prova ou um teste difícil, faça isso a noite e “durma sobre o problema”. Você pode se dar melhor no dia seguinte.

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Leia mais: Sono reduz erros na memória

 


07/05/2012 | TAGS: , ,


Eles e elas: casais erram feio prevendo o que o outro pensa

Mulheres pensam tanto em sexo quanto os homens, enquanto os machões têm tanto medo de serem abandonados quanto elas. É o que diz uma pesquisa israelense sobre o assunto.

No geral os casais – namorados, noivos ou casados – acertam quando perguntados sobre o que acham que o outro sente. Os casados, claro, acertam mais que os outros. Mas em alguns assuntos eles (e elas) erram feio.

A pesquisa mostrou que maioria dos homens, por exemplo, achava que as suas mulheres tinham muito medo de serem abandonadas por eles. Grande ilusão. Elas não se sentiam tão sensíveis assim.

E, vejam só, a pesquisa descobriu que são os homens que têm mais medo de serem trocados por outro.

Outro assunto que os homens erram feio é quanto ao sexo. De acordo com a pesquisa eles acham que mulheres dão menos importância – e atenção – ao sexo. Erro crasso! Elas afirmaram pensar “naquilo” quase tanto quanto eles.

“Ambos os sexos tiveram uma tendência a se guiar pelos estereótipos do gênero”, diz Dana Atzil, uma das autoras do estudo.

Pois então, casais apaixonados, é bom lembrar: Romeu e Julieta é coisa do passado. Homens e mulheres têm os mesmos medos e desejos. Talvez cada um explicite isso de forma diferente. Mas é só isso.

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Leia mais em: Homens e mulheres sabem pouco sobre as emoções uns dos outros

 

 




Ser promovido pode ser prejudicial à saúde

Ser promovido e ganhar mais, quem não quer? Mas cientistas canadenses mostram que com as “grandes responsabilidades”, vêm também grandes consequências à saúde.

Isso porque, mostram em uma pesquisa realizada com 1,8 mil pessoas que ocupam cargos de chefia, eles convivem diariamente com conflitos interpessoais: devem decidir funções e os salários do subordinado, muitas vezes até opinando sobre novas contratações ou demissões. “Pode haver uma diminuição da qualidade de vida associada à promoção para um cargo onde se exige liderança”, afirmam.

Este resultado, concluem os autores, foge à crença de que com um salário maior as pessoas teriam um cuidado maior com a saúde.

Leia mais em: Ser promovido pode melhorar o salário, mas nem sempre a saúde

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03/05/2012 | TAGS: ,


Quer valorizar a vida? Pense na sua própria morte

Pode parecer estranho, mas foi o que apontou uma pesquisa realizada por cientistas do Reino Unido. Eles selecionaram 90 pessoas que passeavam pelo centro de uma cidade britânica quando foram abordadas pelos pesquisadores.

O grupo foi dividido em três. Enquanto parte dos participantes foi questionada sobre dor de dente – o grupo controle – os outros dois terços responderam a perguntas sobre a morte. Metade sobre o que achavam da morte de forma geral, e a outra metade sobre o que acreditava que iria acontecer se morressem em um incêndio, por exemplo, como seus parentes iriam reagir.

Em seguida todos receberam notícias sobre doação de sangue. Para alguns, a notícia era boa, dizia que os estoques estavam altos. Para outros, a notícia era que o banco de sangue local precisava de doações urgente.

Todos que tiveram de pensar sobre a morte ficaram comovidos – mesmo aqueles que receberam a notícia boa – e foram doar sangue.

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Leia mais em: Pensar sobre a própria morte torna pessoas mais suscetíveis a atos altruístas, aponta pesquisa

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30/06/2011 |


Gerentes bonitos ganham melhores salários

Quem disse que beleza não se põe à mesa? Nos EUA, cientistas realizaram uma pesquisa muito parecida com um concurso de beleza empresarial. Eles selecionaram 200 fotos de CEOs de pequenas e grandes empresas e de profissionais de outras áreas e pediram para que 2 mil voluntários classificassem as fotos de acordo com aparência, credibilidade, competência e simpatia.

Moral da história: os que foram classificados como mais atraentes e competentes eram todos CEOs. Para surpresa geral, eles também tinham os melhores salários. Deste total, 55% pertenciam a grandes empresas. Curiosamente, eles também foram considerados os menos simpáticos.

Os autores do estudo ficaram revoltados com o resultado. Para eles, beleza era um quesito importante na política, mas não no meio empresarial. “É revoltante saber que a aparência é, sem dúvida, algo significativo”.

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Leia mais em: Estética pode influenciar ganhos monetários, diz pesquisa americana
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29/06/2011 |


Por que sentimos vergonha alheia?

Vergonha alheia é um termo muito comum dos nossos dias. Dias em que exposição excessiva e gratuita se tornou comum, afinal, se você não participou de nenhum reality show, deve ter pelo menos um vídeo no YouTube ou uma foto muito pessoal dando sopa em alguma rede social.

Um estudo realizado por cientistas britânicos buscou entender este fenômeno. Afinal, por que sentimos vergonha pelos outros e como nosso cérebro se comporta quando a sentimos?

Para descobrir isso, os pesquisadores utilizaram a ressonância magnética funcional em grupo de voluntários enquanto eles assistiam a duas cenas extraídas de reality shows. Nas duas, os participantes eram expostos ao ridículo. No momento em que os voluntários disseram estarem sentindo vergonha por aquela situação, os cientistas detectaram reações em áreas no cérebro responsáveis por processar a dor – a matriz da dor.

No entanto, nem todos sentiram vergonha pelo ridículo alheio e por isso os pesquisadores acreditam que a empatia também é um fator determinante. Ou seja, quanto mais a gente vai com a cara da pessoa que está ali passando ridículo, mais nós sentimos vergonha por ela.

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Leia mais em: Vergonha alheia está relacionada com empatia e área do cérebro responsável por processar a dor
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28/06/2011 |


Viciados em TV a assistem até quando programas favoritos estão fora do ar

Uma pesquisa feita com universitários americanos descobriu que quanto mais uma pessoa se identifica com o personagem de seu programa de TV favorito, mais ela sente quando – por qualquer motivo – este programa sai do ar.

A pesquisa foi realizada entre 2007 e 2008, período em que aconteceu a greve dos roteiristas de televisão. Nessa época, os programas de TV foram substituídos por reprises ou por outros programas.

Os pesquisadores perguntaram a 403 estudantes da Universidade de Ohio, nos EUA, o que eles estavam fazendo com o tempo livre. Para surpresa de todos, “assistir a reprises de TV” foi a primeira escolha, citado por metade dos entrevistados. 40% substituíram a TV pela internet e apenas 15% usaram o tempo livre para praticar exercícios. Passar mais tempo com a família e os amigos foi a opção de 18% dos entrevistados.

A pesquisa também mostrou que as mulheres são as que mais sofrem e se identificam com os personagens da TV, mas tanto os homens quanto as mulheres acharam igualmente ruim o fato de os programas terem saído do ar.

Os pesquisadores querem agora ampliar a pesquisa para outras faixas etárias – como os idosos.

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Leia mais em: Não existe programa favorito quando o assunto é ficar na frente da televisão

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27/06/2011 | TAGS: , ,


Não consegue ter relacionamentos duradouros? A culpa pode ser da sua mãe

Quem é mãe sabe que tudo que acontece com o filho é culpa dela. Infelizmente, a lista agora vai ficar maior.

Cientistas realizaram uma pesquisa durante anos com o mesmo grupo de pessoas e descobriu que aqueles que têm mais sensação de apoio materno durante a infância e conseguem trabalhar seus conflitos durante a adolescência têm mais chances de conseguir ter laços afetivos fortes nos relacionamentos íntimos durante a idade adulta.

E qual o segredo para o relacionamento dar certo? Equilíbrio. Quando duas pessoas estão buscando a mesma coisa no relacionamento, as chances de ele durar são maiores. Por exemplo, se duas pessoas têm facilidade de criar laços afetivos, elas serão mais tolerantes e isso é o que vai garantir o sucesso do relacionamento. Da mesma forma, duas pessoas com laços afetivos frágeis e, por causa disso, com baixas expectativas sobre o relacionamento, têm mais chances de ter menos atritos pessoais. Menos expectativas é igual a menos brigas e mais chances de o relacionamento ser feliz e duradouro.

Segundo a pesquisa, o único jeito de um relacionamento fracassar é quando há um desnível na intensidade dos laços afetivos. Quando um dos parceiros investia mais do que o outro, os relacionamentos tendiam a ser mais instáveis e ter mais brigas.

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Leia mais em: Comprometimento equilibrado é a chave para o relacionamento de sucesso

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27/06/2011 | TAGS: ,


Não ter hora pra entrar faz trabalho render mais

Trabalhadores que podem fazer seu próprio horário são mais felizes no trabalho e fora dele. Além disso, as famílias também ficam mais felizes.

O estudo, feito por pesquisadores americanos, diz que esses trabalhadores conseguem render até 45% mais e diminuem as saídas do trabalho por “emergências particulares”. Mas ter um horário flexível não quer dizer menor comprometimento: as empresas passaram a trabalhar por metas e não por horas trabalhadas, ou seja, eles continuaram a ter as mesmas responsabilidades.

Leia mais em: Flexibilidade de horários melhora ambiente e desempenho no trabalho-

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15/06/2011 | TAGS: , ,


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Não ter hora pra entrar faz trabalho render mais
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7. O conforto somado a eficiência mecânica conquistado com o ajuste personalizado garantem um melhor rendimento e automaticamente uma experiência positiva, fundamental para a motivação e resultados fisiológicos.
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6. A largura dos ombros em conjunto com a avaliação de flexibilidade, são levadas em consideração para a escolha do guidão.
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5. A análise do nível de flexibilidade, também é importante para o ajuste do guidão.
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4. Na posição sentada, ao colocar a ponta do pé no eixo do pedal no ponto mais alto do pé de vela, o joelho deve estar atingir a altura da mesa do guidão.




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Como profissionais da área de saúde, observamos no consultório ou nos hospitais uma generalizada carência de informações sobre os problemas envolvendo a saúde humana.



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