Mulheres que se preocupam com a alimentação antes e durante a gravidez podem ter menor risco de terem filhos com malformação congênita.

1294192 69718431 typofi 300x227 Alimentação materna saudável pode reduzir problemas de saúde no filho Esta é a conclusão de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, que utilizaram dados do Estudo Nacional de Prevenção de Defeitos de Nascimento para analisar os efeitos da dieta materna aos defeitos congênitos nos bebês.

Os dados foram coletados em dez Estados norte-americanos entre outubro de 1997 e dezembro de 2005. Foram identificados 936 casos de má formações do tubo neural (abertura na medula espinhal ou cérebro), 2.475 com fissuras orofaciais (desenvolvimento facial anormal) e 6.147 crianças do grupo de controle, ou seja, que não apresentavam má formações de nascimento.

Foram desenvolvidos dois índices de qualidade da dieta que incidiram sobre a qualidade da alimentação global, baseando-se na chamada “dieta mediterrânea” e no Guia da Pirâmide Alimentar do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Segundo os autores da pesquisa, a qualidade da alimentação com base em um aumento da Dieta do Mediterrâneo ou Pirâmide Alimentar do USDA foi associada com riscos reduzidos para defeitos de nascimento nos casos estudados.

“Com base nos índices, foi possível concluir que a maior qualidade de dieta materna antes e durante a gravidez está associada com menor risco de defeitos do tubo neural e fissuras orofaciais. Estes resultados sugerem que as abordagens da dieta podem levar à redução dos riscos de defeitos congênitos”, diz Suzan L. Carmichael, uma das autoras do estudo.

Suzan também afirma que o uso de suplementos de ácido fólico é efetivo na prevenção de defeitos no tubo neural, mas o ácido fólico não previne todos os defeitos congênitos. “Estudos nutricionais sobre malformação congênita geralmente têm foco em apenas um nutriente ou fator nutricional por vez. No entanto, a realidade da nutrição é muito mais complexa”, finaliza.

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com informações da Stanford University

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